sexta-feira, 17 de abril de 2009

O que rola no messenger


É o que dá comer muito chocolate o dia inteiro...


Jamila: amiga, eu tenho um vizinho chileno tb

Dennyzinha.poxinha.: como assim ‘tb’?

Dennyzinha.poxinha.: HEAUIHHEIAUH

Dennyzinha.poxinha.: eu não sou chinela

Jamila: quis dizer que o prédio é internacionaaal

Dennyzinha.poxinha.: HEAIUEHAUIHEAUHEUIAEHUAHEAUHUHEUAHEUHEUAE
Dennyzinha.poxinha.: to disléxica, lendo tudo errado...

Dennyzinha.poxinha.: chocolate ta afetando meu cérebro

Jamila: Dennyzinha.poxinha.: eu não sou chinela

Jamila: Dennyzinha.poxinha.: eu não sou chinela

Jamila: Dennyzinha.poxinha.: eu não sou chinela

Jamila: HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

Dennyzinha.poxinha.: HEAIUHEIAUHEUAHEIUAHEUAHHEIAHEEAHUAHHIAAHEUAHAUH

Dennyzinha.poxinha.: poxinha.

Jamila: kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Dennyzinha.poxinha.: estou com problemas

Jamila: ISSO FOI MTO ENGRAÇAAADOOOOOOO

terça-feira, 14 de abril de 2009

It takes two to love...



Ultimamente tenho acompanhado as experiências completamente opostas de duas amigas. Uma, recém solteira, que resolveu que o negócio é ser “macho” e tratar os homens na mesma moeda. Outra, que está redescobrindo o amor e todo aquele “estar apaixonada”.

Enquanto a primeira chuta o pau da barraca e resolve ser de pedra pra não se machucar mais, a outra se derrete com as declarações apaixonadas do seu mais novo amor. Eu, que fico sabendo de tudo o que acontece com estas duas, acabo achando divertido. Uma que diz “trepada” e outra que diz “fazer amor”.

Aliás, eu super prefiro o segundo termo ao primeiro. Embora o segundo seja meio brega, o outro é vulgar, mas tudo bem. Meu amor por vocês continua incondicional, tá?

Aí vem a primeira e me diz que se homem fala, se homem faz, ela também pode fazer. Que ela está cansada de ser tratada como objeto e resolveu virar o jogo: agora é ela quem faz os caras de objeto. Faz o que quer fazer e manda pra casa. O coração dessa minha amiga virou central de disque-pizza, onde as pizzas são os homens , e ela a cliente VIP.

E vem a segunda amiga e diz que está se sentindo tão nas nuvens que ela tem até medo de contar como anda a relação nova, pra não parecer chata. Foi tudo tão rápido, tão avassalador, que está batendo até uma sensação de “isso está acontecendo mesmo ou é sonho?”. Paixonite aguda daquelas bem melosas. No meio de um assunto totalmente não relacionado ela acaba largando, “ai, to amando”.

No meio de tudo isso, desses dois momentos tão distintos, eu fico me pergunto onde será que eu me encontro? Qual o meu momento?

Não, definitivamente eu não estou “macho”. Sei lá, vai ver até deveria, mas não estou. E também não estou suspirando sozinha pelos cantos. Pelo menos não com essa intensidade toda. Ai, que triste, odeio ficar no meio termo.

Odeio meio termos, gente. Odeio coisas mornas. E vejam só, cá estou eu: morninha. Eu sempre fui muito intensa, mas chega um ponto em que não dá pra manter a chama acesa sozinha. A outra pessoa também tem de estar disposta pra coisa. E eu não quero disque-pizza, eu quero me perguntar “isso está mesmo acontecendo ou é sonho?”.

Das duas, uma: ou o negócio esfria de vez ou... Alguém me joga um balde de água quente na cabeça, faz o favor?

domingo, 12 de abril de 2009

Sexta-feira Santa foi dia de... Festa!



Dia de reunir as amigas, beber, jogar conversa fora e rir até doer a barriga. Dia de falar mal dos homens, e concluir que eis aí um mal necessário. A gente se arruma, se perfuma e depois de duas garrafas de vinho resolve que legal mesmo seria ir naquele Pub que toca rock a noite inteira. Pega bolsa, pega dinheiro, retoca o batom. E lá vamos nós badalar e beber mais um pouco, e rir ainda mais.

Normal de Pub bom é fila pra entrar então lá vamos nós pra fila. E minha amiga flerta com o carinha que fica na porta só porque ela não tem nada pra fazer enquanto espera. Quando entramos, a música está boa e a noite parece promissora: nem muito cheio, nem vazio, dá pra caminhar sem ter que se espremer entre as pessoas. O que é sempre ótimo pra nós que precisamos ir ao banheiro com certa frequência depois de algumas cervejas no corpo.

E a cerveja rolou solta, e o papo seguiu solto. Várias fotos e risadas. E a gente flertou com o garçom porque não tínhamos nada pra fazer mesmo, e a gente já o conhecia mesmo, dá nada. Diz que ele tem a bunda bonitinha e pede pra dar uma voltinha. Mas ó, já avisei as meninas: nada de dar em cima de verdade. O garçom é ex ficante meu, e eu não libero meu restinho fácil. Só se rolar intenção séria.

Cerveja ainda rolando solta e olha lá minha outra amiga em altos papos com um cara. E mais outra com outro. Éramos cinco, restou eu mais duas na rodinha. Bora sentar um pouco então enquanto as outras duas se arranjam. E no que a gente senta opa, olha ali, tem carinha cuidando. Tá olhando pra quem? “Pra ti, amiga”. “Não, acho que é pra ti, ein?”. Era pra mim.

Papo vai papo vem. Ele é legal, e o amigo a tiracolo também. Olha, dá até pra considerar. Se bem que nessa luz não dá pra ver direito, muita calma nessa hora. E como eu não gosto de ficar com gente que nunca vi na vida antes, vamos ficar só no papo, quem sabe não sai daí uma amizade. Festa acaba e uma amiga some com seu ficante, a outra volta de sua ficada, e restam nós quatro e os dois carinhas na festa.

Vambora? Vamos. Olha que fofo, eles oferecem carona. E nós, meninas não motorizadas que somos, aceitamos. E nos deixam em casa direitinho, olha que fofo de novo. Taí um rapaz que merece meu telefone. Engraçado que durante todo o tempo que conversamos até o momento em que gravava o número dele no meu celular, aquele desgraçado do Estranho (melhor manter no codinome) pipocava na minha cabeça sem parar.

Daí eu penso: mas eu to solteira, não devo nada a ninguém, que mal tem? Mal mesmo não tem. Tem é esse coração ridículo que se apega a algo que nem palpável é. E depois ainda acha que tem razão. Desgraçado (do coração).