terça-feira, 23 de novembro de 2010

Nas 18 semanas de gestação

Hoje foi mais um dia de pré-natal com a médica aqui de Lajeado, dra Ana Paula.


Eu fazia dieta pra engordar na adolescência, devido minha magreza, e aparentemente nem grávida consigo ganhar peso direito. Em uma gestação ideal a grávida deve engordar 9 ou 10 kg, no mínimo. Estava com 50kg quando descobri a gravidez. Passei pra 51kg em setembro, dai fui pros 52kg no início de outubro. No final do mês já estava com 50kg de novo. Apavorei! Preciso engordar não emagrecer, hello. Agora, em novembro estou com 53kg, graças a Inri e aos panelões de milho. Abapha. Mas eu deveria mesmo estar com 54kg U_U

A médica tinha me receitado o Conbiron Fólico pra tomar todos os dias, ferro puro pra anêmica aqui. Dai eu passava mal até não poder mais. Perigando desenvolver uma gastrite, como contei em outro post já, minha médica de Pelotas (sou chique, tenho duas) me receitou Natele. Só que como nesse remédio o ferro é em bem menor quantidade, dra Ana Paula me receitou outro ferro que não vai me deixar mal, e terei que tomar duas vezes ao dia: Neutrofer Fólico.

Gostei horrores quando ela mimicou o tamanho da pílula, -not. Quase do tamanho do meu dedo mindinho. Anyway... o que a gente não faz pelos filhos =P Fora isso, tudo perfeitamente normal e tranquilo. Coisa boa. O coração da Bebelzinha está batendo lindamente e ela não para quieta. Sinto todos os dias os cutucões dela agora.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

"É uma menina!"


Havia marcado a ecografia de hoje na semana passada. Passei contando os dias na expectativa, pois a curiosidade de saber logo o sexo do meu amado baby estava me acabando. Já sou curiosa por natureza, e não saber se a pessoinha crescendo dentro de mim era menino ou menina foi um período looongo haha.

Finalmente, o dia da eco. Ontem tive a noite mais mal dormida do mundo. Passei sonhando com o exame, e quando o médico ia dizer o que era eu acordava. E assim foi a noite inteira. Teeeeeeeeeeeeeeeeenso, minha gente. Quando cheguei no hospital disse pro baby: "não vai se esconder de mim!".

Em cinco segundos da ecografia já desconfiava que era menina. Simplesmente porque o médico recém tava começando o exame e já largou "Tens um palpite? Eu já tenho o meu!". Ó pai. Então ele olhou, olhou e me mostrou: "Tá vendo aqui? É a bexiga... E aqui mais embaixo? Não tem nada né? É uma menina!". HEHEAHAEHHAEH

Na mesma hora meus olhos encheram d'água, quase pedi pro médico dar um pause no exame pra eu ir ali chorar rapidinho. Tá, eu chorei. Sou mãe de uma menina! Que não para quieta! hahaha Vi ela ali, chutando, mexendo as mãozinhas, de cabeça pra baixo na minha barriga, escondendo o rostinho. O médico cutucava minha barriga pra ver se ela virava o rosto, mas não teve jeito. Ele cutucava e ela colocava as mãos lá na cabeça, tivemos que rir. HEHEAHAEAEHEAH

É isso, gente.

Maria Isabel vem aí!!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Vou deixar bem claro e deixar postado. Quase um Leia-me pra geral.

Ok, acho ridículo ter que me explicar, mas enfim. Parece que muita gente não compreende que, OI, eu escrevo sobre várias coisas aqui.
Comecei há pouco tempo a escrever sobre minha gravidez, mas quando criei esse blog era pra eu ter um cantinho pra deixar minhas crônicas. É eu gosto de escrever, não sou ótima, mas também ninguém é obrigado a entrar aqui, certo?
A maioria dos meus textos é sobre relacionamentos, sim. Alguns do passado, alguns inventados e ocasionalmente falo sobre o presente. OCASIONALMENTE.
Como eu sempre digo, aqui é o espaço das minhas neuroses, de eu jogar algumas coisas no ar, aleatoriamente.
Eu amo meu namorado, eu amo meu bebê, e também não vou falar horrores sobre isso porque não quero olho gordo pra cima de mim. Se falo do passado é porque ele pouco interessa mesmo, então... Se invento, cara, uma pessoa que gosta de escrever tem que exercer seu lado criativo às vezes, não?
Pra deixar claro praquelas pessoas que entram aqui e acham que EVERY SINGLE TEXT é sobre minha vida atual: tem nada a ver, criatura.
Eu escrevo sobre o que eu quiser escrever e posto na hora que bem entender. Tenho textos antigos, de anos, que ainda não postei e pretendo um dia. E daí? O canto é meu.
Agora deixem de fazer fofoca da vida alheia, abs.

Aquele antigo


Meu amor por você foi se derramando aos poucos, pelas vielas da vida, escorrendo pelos bueiros dos meus cantos escuros. Nossos abraços foram ficando escassos, distantes, ligeiros. Sem muita emoção. A vida pareceu desmoronar por todos os lados, paredes, tijolos, concreto. Tudo abaixo.

Aos poucos fomos terminando o que havia começado, fomos desistindo, abrindo mão um do outro, do que tivemos e de tudo o que poderíamos ainda ser. Fomos, aos poucos, diluindo nossos sentimentos em ácido, fazendo experimentos, descobrindo que eles não eram eternos. Fomos terminando, e quando acabou cada um foi para o seu lado. Sem brigas, sem adeus, apenas fomos.

E nos deixamos.

Meu amor por você foi diminuindo, até não existir mais. Acabou. Nunca mais.